A pedidos… (bom, eu tô ganhando para isso…;))
E aí Cambada, blza? :)
Então, meu último post causou celeuma… :D Bom, falar de Beatles, futebol e religião dá nisso mesmo. :)
Hoje irei falar de um tema mais leve, indicado por nosso grande (é, o cara é grande mesmo) Digão Hagrid “Bud Spencer” de Oliveira. :D Nosso amigo, grande fã das bandas de new-metal (desculpa, mas eu não conheço muita coisa desse estilo então, passo… ;)) tbém é fã de farofas de melhor qualidade.
Esses dias, ele me veio com alguns discos solos de integrantes de uma bandinha americana de cover dos Secos & Molhados! E não é que os discos (bão, eu escutei um) são bem bacanas. ;) Antes de ser atacado em praça pública, crucificado ou apedrejado pelo dito na frase acima, estou dizendo que gosto dessa banda. Não sou fã ardoroso (principalmente pelo toque Glam/Glitter que eles tem) mas, há de se destacar que foi/são uma das bandas de maior sucesso no rock mundial, o que na década de 70 convenhamos não era tarefa fácil.
Essa banda é o KISS. E os dois principais personagens desse post são Paul Stanley, inconfundível voz do grupo e Ace Frehley o ex-guitarrista fritador da banda. Lógico, se é para falar do Kiss iremos falar tbém de seu fundador, dono, manda-chuva e mala-sem-alça Gene Simmons.
Sobre a suposta calúnia que vcs estão imaginando que eu disse a dois parágrafos, ocorreu que na época que o Secos & Molhados estavam fazendo sucesso estrondoso no Brasil os americanos estavam procurando alguma coisa para fazer a respeito em resposta ao que os britânicos estavam começando a fazer. Algo mais teatralizado, juntamente com o rock “déjà connu”. Lá eles tinham o David Bowie (com o Spiders from Mars) e Elton John como “ícones” dessa nova onda.
Nos States, começou com o Alice Cooper mas eles queriam algo mais teatral, pirotécnico e jamais visto em um show de rock. O mito diz que queriam levar Ney Matogrosso e sua trupe para lá, mas que deu zica e tals e não rolou. O negócio é que um cara espertíssimo, que queria ganhar uma grana, mas do que tocar em uma banda de rock ou que queria ser respeitado como músico, deu ouvidos a isso e criou o Kiss. O nome desse cara é Gene Simmons.
Não é gênio musical, mas é uma máquina de ganhar dinheiro (como foi provado, durante essa época). Os shows da banda eram espetaculares. Foguetes saindo de trás do palco, luzes, groselha cuspida parecendo sangue, integrantes mascarados com um “tema” diferente… o quê? Integrantes mascarados? Taí, viu donde saiu a inspiração? :D
Bom, já falei demais do Kiss… Vamos falar dos seus ex-integrantes. Primeiro o Frehley. Esse ótimo guitarrista, pai dos melhores riffs do Kiss, foi simplesmente escurraçado da banda. Simmons, como chefe, mandou ele embora pois o cara era um farinheiro (isso mesmo, o cara era um drogadaço que além de beber, tbém cheirava e fumava tudo que encontrava).
Apesar de ter um grande talento, o esquema com as drogas afetaram demais a carreira desse cara (bom, alguns dos grandes talentos do rock, infelizmente sucumbem ao vício). No auge da carreira, foi mandado embora da maior banda (na época, e em vendagem) do rock. Depois disso ele trampou com o Grand Funk Railroad (bizarro, né? :)) na época em que eles fizeram uma turnê de reunião no começo dos anos 2000.
Pessoal, na verdade isso quem fez foi o Bruce Kulick, o outro guitarra do Kiss. Valeu ao Digo por me avisar!
Agora lançou um álbum solo que dizem muito bom, com influências de ZZ Top. Bom, tomara que ele bote a cabeça no lugar porque ainda dá tempo de fazer algo descente com a carreira, pois talento ele tem.
Já Mr. Stanley, esse sim o grande músico do Kiss, e que nunca parou de fazer músicas mesmo quando o Kiss parava por pitís do Simmons. A voz inconfundível da banda, sempre esteve envolvida com os seus próprios projetos. Nunca havia escutado algum disco solo dele, mas esse último de 2006, Live to Win que o nosso colega passou é realmente um trabalho bacana, honesto e gostoso de se escutar.
Menos mal que o mala do Simmons não vai encher o saco dele. :) Cara, quando o baixista é o dono da banda o cara vira uma mala… :D
Falando sério agora, eu gostei. Se fosse vcs, escutava.
Para matar a saudade, Detroit Rock City do Kiss:
É isso aí galera! :) Fiz a minha parte agora vão lá e escutem! Ah! Só para dizer sobre o título, um certo amigo Paraguaio esta me devendo uma Chipa. ;)
Espero que tenham gostado! Abraços!


ahehaehaheahe
ae, isso vai quebrar com a horta de mandioca do cara… aheahehaahehaeh. Como devido apreciador de farofas musicais devo dizer que esses caras são muito massa mesmo.
Mas fica por aí! Nada de idéias de tocarmos travestidos de bichos bizarros, ok? Já me basta a idéia bizarra de fazer um permanente e colocar calças sufocando as bolas pra parecer o Plant…
Meu, quase chorei quando li isso aqui. Vou te aplaudir de pé!
Parabéns pinguela! Vou te trazer DUAS chipas!
Então, só duas coisas, tem a ressalva da confusão com o Bruce Kulick, e também, que não foi o Kiss que copiou secos e molhados. A estória (veja que começa com e) do Ney Matogrosso já veio à baixo. Paul e Gene já experimentavam formas de maquiagem em 72,o primeiro LP do KISS saiu no dia 18 de fevereiro de 1974, e a tal viajem para o México dos Secos e Molhados foi bem depois disso. Tem até uma matéria no Whiplash que conta tudo com datas e tudo o mais.
E este ano tem cd novo do Frehley, Guitar Heroe of the Guitar Heroes!!!!!!!!!!
Stanley rulz também, que bom que curtiu o Live to Win.
Meu, novamente, este post foi muito melhor que muita coluna de site especializado…. Mais uma salva de palmas para você :D
Fala Digo,
Tá arrumado o texto. Valeu pela audiência e cadê as Chipas?:D
Abraços.
Sr. Kleber: O que de fato causa polemica entre os machos é mulher e futebol! O resto, baby, (tipo: bandas, política e religião) é só pra variar o assunto! hahaha… Brincadeira! Mesmo! rs… Falando em polêmica e post passado: por que você nunca falou das mulheres no rock? Seria divertido e interessante saber o que passa na sua mente (ou em outro lugar… hahaha…) sobre o assunto! Beijos!